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quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Valendo a vida! - últimos dias pra contribuir

"Valendo a vida!" é um documentário que pretende mostrar a evolução da cena de Slam de poesia dentro do Brasil. Desde o ZAP em 2008 até os dias atuais, o número de frequentadores das batalhas de poesia tem aumentado ano a ano, e já há outros movimentos que participam dessa cena com intensidade.

Para poder retratar esse importante acontecimento na cena artística, Roberta Estrela D'Alva, idealizadora do projeto, lançou campanha no catarse para arrecadar fundos para a realização do filme. É mais que importante que amantes e simpatizantes da poesia contribuam, pois a proposta do documentário é uma oportunidade de evidenciar ainda mais a poesia falada, e alavancar ainda mais o movimento.

Chegue lá no site e contribua também. São os últimos dias.
http://www.catarse.me/en/VV#about 



segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Contribuam, Valendo a Vida!


Valendo a Vida! é documentário produzido por Tatiana Lohmann e Roberta Estrela D’Alva que registra o momento único em que os slams de poesia começam a se popularizar no Brasil e se estabelecem como um novo gênero de expressão cultural. Os espaços onde os slams se realizam são transformados em ágoras onde cidadãos, munidos apenas de suas vozes, contando com alguns minutos à frente de um microfone e uma plateia atenta, fazem uso, em ação político-poética, do sagrado direito à liberdade de expressão e ao livre pensamento.

Acesse o site e de sua contribuição para a finalização desse filme: http://www.catarse.me/pt/VV

Criado por Mark Smith em Chicago, nos anos 80, o slam trouxe renovação para a poesia oral e valorizou a arte da performance poética, crescendo rapidamente e se propagando pelo mundo todo. Talvez seu sucesso se deva ao fato de ter nascido como um encontro informal, um jogo criativo que inspira a subir no palco, quer você seja um operário de fábrica com uma poesia guardada na gaveta ou um escritor consagrado. Quer seja uma avó aposentada que gostava de rimar em segredo ou um garoto de doze anos motivado pela cultura hip hop. A diversidade é uma marca e a ideia de tudo acontecer em torno de um campeonato estimula a criação e refina a performance, trazendo a dose certa de tensão e atenção da plateia, entre a qual são escolhidos os jurados. Graças a tudo isso, estima-se hoje que existam pelo menos 500 comunidades de slam em países como França, Alemanha, Irlanda, Inglaterra, Austrália, Zimbabwe, Madagascar, Israel, Singapura, Polônia, Itália, Hawaí… e recentemente, Brasil!

No Brasil, o slam chega em 2008 com o ZAP!, primeiro evento do gênero do país, organizado pela atriz-MC, poeta e diretora Roberta Estrela D’Alva e pelo coletivo artístico Núcleo Bartolomeu de Depoimentos. Desde então o número de praticantes vem aumentando e novos slams nacionais surgem, como o Slam da Guilhermina, o Menor Slam do Mundo, o Slam do Grito, o Slam do 13, o Iapois Poesia, o Atibaia Slam Clube, o Slam Tagarela e oSlam do Livramento.